:: o oceano falou comigo e nunca mais fui o mesmo ::

Este espaço foi criado com o intuito de mostrar tudo aquilo que se passa na cabeça de um surfista. Desde pensamentos, frases, sentimentos e tudo aquilo que tá presente na vida de cada um de nós. A busca incessante do equilíbrio.
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:: Sábado, Junho 05, 2004 ::

Dia Mundial do Meio Ambiente



O alerta já vem sendo dado há muito tempo. Palavras e vontade só não bastam. Faz alguma coisa aê, por mais simples que seja!!!

:: 6:22 PM ::

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:: Quinta-feira, Junho 03, 2004 ::

Alma em liquidação

Não há sentido. Não adianta procurar razão nessas palavras. Se quiserem, procurem, podem até achar, mas cabe a vocês e não a mim entendê-las como verdade ou mentira. Me isento de qualquer responsabilidade. É isso mesmo, estou sendo irresponsável com as palavras, afinal, elas são minhas, faço o que quiser com elas. Vocês também tem esse direito é só usá-lo.


Juliano Polimeno

:: 7:57 PM ::

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O Ministério do Meio Ambiente iniciou hoje, com apoio logístico do Ministério da Defesa, da Polícia Federal e outros órgãos do governo federal, o Plano de Combate ao Desmatamento na Amazônia. Serão realizadas operações em 23 mil quilômetros quadrados da região até agosto.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, explicou que nesse primeiro momento as operações que estão sendo executadas com o uso do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), exigem um trabalho rigoroso para evitar os prejuízos ao meio-ambiente que ocorrem nessa época do ano.



A idéia é implementar e manter unidades de conservação

:: 7:41 PM ::

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O aniversário foi na quarta, mas a função é na sexta.

Te liga aí.




E vê se pinta lá mané!!!

:: 7:20 PM ::

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Mais uma da série "Porto Alegre num fim de tarde qualquer"


O pátio da minha casa


Não viu né?!? Mas ele tava lá.

:: 5:05 PM ::

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:: Quarta-feira, Junho 02, 2004 ::

Conchas cobrem areia do Cassino



Um fenômeno natural está colorindo as areias do Cassino, em Rio Grande. Centenas de conchas, de tamanhos e espécies diferentes, formam um mosaico na orla.

Os moluscos - espalhados em faixas de areia com 200 a 300 metros de largura, ao sul dos molhes da Barra - apareceram após a ressaca decorrente da passagem do ciclone extratropical pelo litoral gaúcho, na semana passada.

De acordo com o oceanólogo Kleber Krübel da Silva, do Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (Nema), o balneário do Litoral Sul é um dos poucos lugares no país e no mundo onde ocorre o fenômeno. É conseqüência das características da região, que propiciam alta produtividade de peixes, moluscos e crustáceos, e que costuma ser atingida freqüentemente pela passagem de frentes frias.

- As conchas são carapaças de moluscos já mortos que ficam depositadas em uma área entre 20 e 40 metros de profundidade. As ressacas as jogam na praia - explica Silva.

Com a energia de ondas, as carapaças tendem a se desintegrar e voltar ao mar em forma de carbonato de cálcio. No futuro, servirão para a formação de novos moluscos. Por isso, os especialistas aconselham que não sejam retiradas da praia, no intuito de não prejudicar o ciclo bioquímico desses animais.

- O melhor é somente observá-las. Se alguém resolver levar alguma lembrança, que o faça em pequenas quantidades - acrescenta o oceanólogo.


Matéria extraída do Jornal Zero Hero - 01/06

:: 8:26 PM ::

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"A vida é cíclica e esta é só mais uma fase. Amanhã tudo muda. Mantenha o foco em seus próprios objetivos, em seus desejos mais fortes e em todas as boas coisas que o Universo coloca diariamente à sua disposição. Não deixe o céu esperar! Prepare-se para o melhor aqui agora e acredite: tudo na vida passa!"

:: 7:33 PM ::

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:: Terça-feira, Junho 01, 2004 ::

Um olhar sobre as avenidas. Num fim de tarde qualquer...


Avenida Getúlio Vargas


Avenida Praia de Belas


Avenida Ipiranga

:: 2:11 AM ::

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:: Segunda-feira, Maio 31, 2004 ::

"A vitória sobre um milhão de inimigos não vale tanto quanto a vitória sobre si mesmo."

"Ser vazio significa ser vazio de ego, não ter nenhum pensamento de eu, não no sentido de alguém funcionando como um vegetal ou um animal selvagem - coisas vivas que meramente processam água, alimento e luz solar de modo a crescer e reproduzir-se - mas no sentido de que esse alguém cessa de medir os eventos, pessoas, lugares e coisas do ambiente em termos de "eu" ou "meu"."

:: 7:33 PM ::

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:: Domingo, Maio 30, 2004 ::


Mestre DeRose

Para alguns, ele é um manipulador picareta que só pensa naquilo. Para os mais de 1 milhão de praticantes de ioga, ops, Yôga, é um guru.

A revista Veja o chamou de marqueteiro e a IstoÉ diz que o senhor ganha mais do que declara. Por que você acha que é alvo de reportagens desse teor?

Fui entrevistado durante 40 anos, por todos os veículos de comunicação. E sempre escreveram textos bons a meu respeito. De repente, em 2001, mudou tudo: a concorrência se juntou para fazer o linchamento. E, como a imprensa gosta disso, começou essa coisa. Foram 40 anos a favor e 4 contra. Ainda estou levando vantagem.

Você foi casado quantas vezes?

Algumas. Já perdi a conta.

Você tem 60 anos com um corpinho de 40... Isso se deve a quê?

Ao Yôga, que provoca uma grande metamorfose no ser humano. Estou feliz com o envelhecimento. Hoje consigo aprender com mais velocidade porque, quando eu tinha 20, dispunha de um arsenal de informações limitado e assimilava só as coisas que se associavam à minha bagagem.

DeRose é pseudônimo? De onde o senhor é?

DeRose é nome de família. A origem é francesa. Eu sou do Brasil. Mais que isso, não interessa. O bairrismo alimenta o preconceito.

Você tem um livro que só foi lançado em Portugal e que exalta a poligamia. Que história é essa?

É um livro que se chama Alternativas do Relacionamento Afetivo, que deve ser publicado no Brasil ainda este ano. A única parte que se refere à poligamia diz que eu não a aprovo.

Mas você acredita em formas de relacionamento fora da monogamia, digamos, ortodoxa?

O que eu digo é que cada pessoa tem que buscar a sua forma.

E qual é a sua?

Depende da parceira, do ano, da idade. O que não é possível é continuarmos com uma subserviência feudal a um Estado que interfere na vida afetiva das pessoas. Por que eu vou ser obrigado a ter um casamento islâmico num país islâmico e um casamento cristão num país cristão se eu não sou nem cristão, nem islâmico?

Atualmente qual é o seu estado civil?

Estou casado com uma pessoa de 26 anos, professora de Yôga.

Você é fiel?

Absolutamente. Fiel aos princípios estabelecidos por nós dois.

Já namorou alguma aluna?

Que eu me lembre, não. Só instrutoras.

Então essa história de "onde se ganha o pão não se come a carne" não vale na sua vida?

Não. A vida profissional se mescla com a vida privada. Se um profissional do Yôga não pode dizer: "Agora não estou trabalhando, posso fumar meu cigarrinho, tomar meu uísque, cafungar meu pozinho", não é possível ter relação com um outsider.

E essas opções de não tomar um uisquinho etc. foram feitas muito cedo na sua vida. Você chegou a experimentar drogas?

Infelizmente não. Talvez eu tivesse gostado e estaria nelas até hoje. Não condeno quem usa.

Você tem religião?

Não.

Não considera o Yôga uma religião?

Quem considerar qualquer tipo de Yôga como uma religião está passando um atestado de burrice endêmica.

Mas os praticantes não têm um comportamento de seita, regras rígidas a serem respeitadas?

Regra comportamental tem em qualquer coisa. Se você for violinista ou bailarino, praticante de caratê, capoeira...

Você tem fama de pegador. Os homens invejam você?

Não tenho muitas mulheres. Acho que não invejam.

Então isso de as pessoas terem antipatia de você é o quê?

Isso é inveja. Desenvolvemos um trabalho que cresceu muito. Qualquer pessoa que começasse há 44 anos estaria grande. Se não, era bom dar um tiro na cabeça.

Ter o seu nome por todo lado não é egotrip?

Não temos nada contra o ego, o entendemos como um cavalo fogoso em que não é qualquer um que monta. Em vez de domar, muitas pessoas o castram e montam um pangaré.

Você é rico?

Muito. Pois eu tenho meus amigos! Se eu fosse rico em termos de dinheiro, não moraria num apartamento de um quarto só de 3 m x 3 m.

Mas como alguém que trabalha há 44 anos num ramo bem-sucedido não tem dinheiro? É a tal história: se você é tão esperto, por que não está rico?

Depende do que a pessoa quer. Meu quarto satisfaz plenamente a mim e à minha companheira, temos todo o conforto que queremos. E quem é que tem os amigos e livros que eu tenho?

O seu celular é de um modelo supermoderno, sua caneta é Mont Blanc. Você é contra o consumo?

Não sou nem a favor nem contra. Acho uma grande invenção o shopping, esse lugar onde se encontra de tudo, onde não tem assalto, não tem vento. Acho fantástico. Mas a histeria do shopping não é legal.


* Entrevista publicada na Revista VIP, maio de 2004

:: 4:37 PM ::

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"Tem gente que fica em casa lendo jornal e achando que tá velho!!!" - Kadu Moliterno, 51anos

O cara manda muito bem no surfe.... ainda!!!

Abaixo um depoimento dele.

"Nasci em São Paulo, em 1952. Aos 03 anos fui jogado na piscina pelo meu pai e saí nadando. Sempre fui destemido, nunca tive medo de mar, piscina, etc. Nas minhas férias, sempre viajávamos para Santos, Praia Grande: Onde comecei a pegar onda de peito.

Acho que naquela época as pranchas ainda não tinham chegado ao Brasil, passava de três a quatro horas no mar pegando "jacaré", era como se chamava o surfe de peito. No Tênis Clube Paulista, eu treinava natação e competia pelo clube, conseguindo bater o recorde paulista dos 50 metros com 29 seg.

E o 'Jacaré' passou a ser a minha paixão.

Jamais poderia imaginar que um dia viraria surfista e droparia as maiores ondas do planeta, no Hawaii. Hoje, depois de 25 temporadas de surfe no Hawaii, percebo que o mar existe para ser sentido, aproveitado de todas as formas. Pescando, mergulhando, nadando, surfando com prancha ou sem ela.

Acredito que o surfe de peito é um exercício completo. Você malha curtindo e fazendo parte da natureza. Você nada, se coloca e conhece melhor as correntes. O mar e seus mistérios, a sua força, que nunca deve ser desafiada, ao contrário devemos respeitar e pedir licença para se divertir com ela.

Meus filhos já aprenderam a respeitar o mar, e sabem que nunca se luta contra a correnteza. Deixa-se levar e lá fora dá-se um jeito de voltar para praia por uma corrente favorável, ou uma boa onda."

Boas Ondas, Aloha!

Kadu
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Ó o cara aí na época do seriado Juba e Lula

:: 12:59 PM ::

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